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24/06/2016

Moedas das Ex-Colónias Portuguesas emitidas em 1929

S. Tomé e Príncipe 


10 centavos (Alpaca)


KM# 2; AG - ST.01.01
Autor: José Simões de Almeida (sobrinho); Alves do Rego
Características: Alpaca (Cu 610, Zn 200, Ni 190)
Dia. 20 mm; peso 2,5g ; Bordo Serrilhado; Eixo Horizontal
Moedas emitidas 500.000

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20 centavos (Alpaca)


KM# 3; AG - ST.04.01
Autor: José Simões de Almeida (sobrinho); Alves do Rego
Características: Alpaca (Cu 610, Zn 200, Ni 190)
Dia. 24 mm; peso 4,5g ; Bordo Serrilhado; Eixo Horizontal
Moedas emitidas 250.000

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20 centavos (Alpaca)


KM# 1; AG - ST.07.02
Autor: José Simões de Almeida (sobrinho); Alves do Rego
Características: Alpaca (Cu 610, Zn 200, Ni 190)
Dia. 30,5 mm; peso 10,5g ; Bordo Serrilhado; Eixo Horizontal
Moedas emitidas Desconhecido - incluindo na emissão de 1928 400.000

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Brasão da Colónia de São Tomé e Príncipe


O brasão da Colónia de São Tomé e Príncipe foi criado aquando da uniformização dos símbolos de todo o território colonial português. No local dos símbolos específicos do território foi colocado sob fundo vermelho um engenho de açúcar dourado com gotas de água a sair de ambos os lados. O engenho é descrito em algumas fontes como símbolo do principal motor da economia local. Outra simbologia possível surge pelo fato de esse ter sido utilizado na heráldica pessoal do rei D. Afonso V (visível por exemplo na tapeçaria de Pastrana que representa a conquista de Arzila), reinado durante o qual, o arquipélago teria sido descoberto.



Moedas de Portugal emitidas no ano de 1929

50 Centavos (Alpaca)

KM# 577; AG - R.20.03
Autores: José Simões de Almeida e Alves Rego.
Características: Alpaca (Cu 610; Zn 200; Ni 190)
Dia. - 22,8 mm; Peso 4,5 g; Bordo serrilhado; Eixo vertical
Moedas emitidas: 9.778.860

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1 Escudo (Alpaca)

KM# 578; AG - R.25.03
Autores: José Simões de Almeida e Alves Rego.
Características: Alpaca (Cu 610; Zn 200; Ni 190)
Dia. - 26,8 mm; Peso 8 g; Bordo serrilhado; Eixo vertical
Moedas emitidas: 1.616.645

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Portugal em 1929:


Portugal não foi imune aos efeitos da "crise de 1929". Sentiram-se dificuldades a nível económico, embora de uma forma menos aguda que em outros países.
Primeiro Plano de Portos, um dos vectores da política de infra-estruturas do Estado Novo. Realizam-se grandes obras nos portos de Lisboa e Leixões. Para além destes, foram realizadas obras em outros portos como Viana do Castelo, Póvoa de Varzim, Figueira da Foz, Aveiro, Setúbal, Peniche, Vila Real de Santo António, etc.
Manuel Gonçalves Cerejeira, Arcebispo de Mítilene é elevado à dignidade de Cardeal Patriarca de Lisboa por Pio XI.
É regulado o uso de isqueiros. Em Portugal, durante o regime Salazarista, as pessoas precisavam de uma licença para o uso de isqueiros. Essa licença, um pequeno papel oficial emitido pelo governo, custava 10 escudos e deveria ser transportado pelo dono do isqueiro. Em caso de falta da licença, o portador do isqueiro era multado em 250 escudos. Se este fosse funcionário do governo ou militar, a multa poderia ser elevada para 500 Escudos.
O dinheiro recolhido das multas, tal como da venda de licenças, era repassado à Fosforeira Nacional. Sendo que, no caso das multas, 30% era destinado ao autuante. Essa percentagem poderia ser divida com o delator, caso esse existisse.
Essas directrizes foram instituídas pelo Decreto-lei 28219 de novembro de 1937 e só foram abolidas em Maio de 1970...

Licença de isqueiro de 1929