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24/06/2016

Moedas das Ex-Colónias Portuguesas emitidas em 1928

Angola

II Macutas 10 Centavos (Alpaca)



KM# 67; AG - AG.02.02
Autor: Alves do Rego (anv.); Francisco dos Santos (rer.)
Características: Alpaca (Cu 610, Zn 200, Ni 190)
Dia. 20 mm; peso 2,5g ; Bordo Serrilhado; Eixo Vertical
Moedas emitidas 1.000.000

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IIII Macutas 20 Centavos (Alpaca)



KM# 68; AG - AG.03.02
Autor: Alves do Rego (anv.); Francisco dos Santos (rer.)
Características: Alpaca (Cu 610, Zn 200, Ni 190)
Dia. 24 mm; peso 4,5g ; Bordo Serrilhado; Eixo Vertical
Moedas emitidas 500.000

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50 Centavos (Alpaca)



KM# 69; AG - AG.14.02
Autor: Alves do Rego (anv.); Francisco dos Santos (rer.)
Características: Alpaca (Cu 610, Zn 200, Ni 190)
Dia. 30,5 mm; peso 10,5g ; Bordo Serrilhado; Eixo Vertical
Moedas emitidas 1.600.000

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S. Tomé e Príncipe


50 Centavos (Alpaca)



KM# 1; AG - ST.07.01
Autor: José Simões de Almeida (sobrinho); Alves do Rego
Características: Alpaca (Cu 610, Zn 200, Ni 190)
Dia. 30,5 mm; peso 10,5g ; Bordo Serrilhado; Eixo Horizontal
Moedas emitidas 400.000

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Emissão de Centavos a partir de 1929


Na sequência da incapacidade de produção de moeda metálica para fazer face às necessidades de dinheiro para as pequenas transacções (situação que também se vivia na Metrópole) em 1918 foi autorizada a emissão de 1 200 000 de cédulas no valor de 5 centavos (decreto 4970 de 16/11/1918). Estas cédulas reforçaram a emissão Londres e circularam até 1929 (substituídas aquando da emissão das primeiras moedas da República para o território). À semelhança de cédulas semelhantes produzidas para Angola, estas cédulas foram produzidas em papel de menor qualidade na Tipografia Annuario Commercial de Lisboa. As cédulas eram em tudo semelhantes às descritas para Angola destacando-se apenas a referência ao balcão de São Tomé em substituição do de Luanda. O papel de menor qualidade e a sua provável rápida deterioração deverá explicar a actual raridade destas cédulas.
Em 1929 começou o processo de substituição das cédulas. Para este processo foi autorizada a emissão de moedas de alpaca com os valores de 10, 20 e 50 centavos. Ao mesmo tempo, foi eliminado o valor de 5 centavos ainda na prática até essa data, e mandadas recolher as cédulas em circulação.
As moedas muito semelhantes entre si apresentavam no reverso o brasão nacional na parte superior do campo, e abaixo deste, o valor; a cada lado um singelo arabesco. Na orla, a legenda “S. Tomé e Príncipe”. No anverso a efígie da República de José Simões de Almeida (sobrinho), com a legenda “República Portuguesa” e a era da cunhagem.

Emissão 5 Centavos Cédulas “Lisboa"

Moedas de Portugal emitidas no ano de 1928

50 centavos (Alpaca)

KM# 577; AG - R.20.02
Autores: José Simões de Almeida e Alves Rego.
Características: Alpaca (Cu 610; Zn 200; Ni 190)
Dia. - 22,8 mm; Peso 4,5 g; Bordo serrilhado; Eixo vertical
Moedas emitidas: 6.823.140

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1 Escudo (Alpaca)

KM# 578; AG - R.25.02
Autores: José Simões de Almeida e Alves Rego.
Características: Alpaca (Cu 610; Zn 200; Ni 190)
Dia. - 26,8 mm; Peso 8 g; Bordo serrilhado; Eixo vertical
Moedas emitidas: 7.462.355

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10 Escudos Batalha de Ourique (Prata)

KM# 579; AG - R.42.01 
Simões de Almeida (Sobrinho)
Características: Prata (Ag 835)
Dia. 30 mm; Peso 12,50 g; Bordo serrilhado; Eixo vertical
Moedas emitidas: 200 000 exemplares.

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Portugal em 1928:


 Formação da Comissão de Propaganda da Ditadura. É criada a Polícia de Informações, resultante da fusão das congéneres de Lisboa e do Porto, subordinada ao Ministro do Interior.
 Óscar Carmona é eleito Presidente da República. O candidato oficial do Governo era o único nome inscrito nos boletins, numa eleição em que apenas os cidadãos com mais de 45 anos puderam exercer o seu direito de voto. A Liga de Paris denuncia este simulacro de democracia no seu manifesto "A farsa da eleição presidencial".
 São extintas, pelo Decreto n° 15 365, a Faculdade de Direito de Lisboa, a Faculdade de Letras do Porto, a Faculdade de Farmácia de Coimbra, a Escola Normal Superior de Coimbra, o Liceu da Horta e as Escolas Normais Primárias de Coimbra, Braga, e Ponta Delgada.
 Oliveira Salazar é nomeado ministro das Finanças. No dia seguinte, 27, toma posse na Sala do Conselho de Estado; profere então um dos seus mais importantes discursos; "Condições da Reforma Financeira": No dia 27 publica no Novidades uma "Declaração aos Católicos". 
 Só em 1928 um ano depois da criação da Junta Autónoma de Estradas, é que a designação de “Código da Estrada” é oficialmente atribuída em decreto que introduz, em Portugal, a obrigatoriedade de circulação pela direita das faixas de rodagem. Até então, a circulação era feita pela esquerda, á inglesa.
Em 1 de Junho de 1928, a condução passa a ser pela direita

Código da estrada de 1928